Paridade de Armas Entre Juízes, Advogados e Promotores. O que é?
- Arcenio Ferreira
- 25 de mar.
- 1 min de leitura
Atualizado: há 3 dias
O comportamento em audiência deve ser pautado pela urbanidade, ética e respeito mútuo, sem hierarquia entre juiz, promotor e advogado (isso é paridades de armas), na administraçãoda justiça não existe hierarquia.
Advogados devem ser técnicos e preparados, promotores buscam a aplicação da lei, e juízes dirigem o ato, todos mantendo postura serena, linguagem polida e evitando ofensas, mesmo em conflitos.
Pontos-chave do Comportamento em Audiência
Igualdade e Respeito: Não existe subordinação entre advogados, magistrados e membros do Ministério Público. A relação deve ser de cortesia, sem subserviência (sem pedir bênção) ou usar arrogância, pois cada um pode responder por seus atos.
Postura do Advogado:
Preparo: Deve conhecer profundamente o processo.
Urbanidade: Usar linguagem culta e polida, evitando ofensas ou tom de voz elevado.
Discordância: Apresentar discordâncias de forma técnica e fundamentada, usando termos como "com a devida vênia", em vez de confrontos diretos.
Controle Emocional: Não assimilar a raiva do cliente e manter a calma frente a provocações.
Postura do Juiz:
Direção: Conduz a audiência, garantindo a ordem, e tem paciência com as partes.
Gestão da Prova: Organiza a coleta de provas e decide sobre o indeferimento de perguntas.
Postura do Promotor:
Imparcialidade: Busca a aplicação justa da lei e a verdade, não apenas a condenação.
Regras Gerais:
Vestimenta: Formal e sóbria.
Pontualidade: Chegar com antecedência.
Comunicação: Não interromper a fala do juiz ou da parte contrária.
O que evitar:
Ser arrogante, petulante ou rude com qualquer participante.
Conversar diretamente com a parte contrária (dirigir-se ao advogado dela).
Demonstrar descontrole emocional
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